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Tartaruga de duas cabeças e seis patas é exposta ao público na Ucrânia

24/02/2012

Fala Biogalera!!!

Depois de passar um tempinho longe do Biogalera devido a motivos acadêmicos estou de volta com uma grande curiosidade que está rodando o mundo e resolvi compartilhar com vocês!

Aos amantes de Biologia e principalmente os da parte de Biologia marinha, atentem-se a essa tartaruga de duas cabeças e seis patas apresentada ao público na Ucrânia.

Tartaruga com duas cabeças e seis patas é exibida na Ucrânia. (Foto: Genya Savilov / AFP Photo)

Uma tartaruga com duas cabeças e seis patas está em exibição no Museu de História da Ciência de Kiev, capital da Ucrânia. O réptil de 5 anos de idade possui também dois corações, mas apenas um intestino. O animal será mantido em exposição até o dia 20 de abril de 2012.

O animal participa de um evento promovido na instituição. O organizador Dmitry Tkachev acredita que a tartaruga seja fruto de uma mutação e que não sobreviveria se deixada na natureza. Ele também afirmou que uma cabeça não consegue enxergar a outra, o que pode levar cada uma delas a comandar o corpo para andar em direções opostas.

A equipe responsável pelo animal também afirma que cada cabeça “aprecia” tipos diferentes de comida: enquanto uma prefere folhas, a outra não suporta alimentos verdes e consome preferencialmente cenouras e pimentas.

Espero que tenha gostado de conhecer sobre esse caso tão curioso exposto na Ucrânia

Abraços e tenham um ótimo dia!

Fonte: http://g1.globo.com

By Kássio castro

Uma nova espécie é descoberta a cada três dias na Amazônia

29/10/2010

Quando vi essa matéria não posso mentir, meus olhos brilharam! rsrs Achei muito interessante e quando vi as fotos do bichos então, aí foi que fiquei empolgada mesmo. Adoro essa diversidade que a natureza possui: inúmeras espécies de bichos, plantas, cores, aromas, etc. Se a Amazônia  já era um lugar que eu queria muito conhecer, agora mais do que nunca é uma das minhas primeiras opções de destino, não só a passeio, mas se Deus quiser, um dia ela me servirá como instrumento de estudo. Oxalá esse dia chegue logo!

“A organização ambientalista internacional WWF (World Wide Fund for Nature) lançou um relatório que faz uma extensa compilação das mais de 1.200 novas espécies de animais e vegetais descobertas na Amazônia na última década.

Segundo o estudo, intitulado “Amazon Alive!” uma nova espécie foi descoberta a cada três dias na região entre 1999 e 2009.

Os números comprovam que a Amazônia é dos lugares de maior biodiversidade da Terra: foram catalogados 637 novas plantas, 257 peixes, 216 anfíbios, 55 répteis, 39 mamíferos e 16 pássaros.

“O volume de descobertas de novas espécies é incrível – e isso sem incluir o grupo dos insetos, onde as descobertas também são muitas”, afirma a coordenadora da WWF no Brasil Sarah Hutchison.

O falcão críptico (Micrastur mintoni) foi descoberto em 2002 no Estado do Pará

Foto: Andrew Whittaker

“Esse relatório mostra a incrível diversidade da vida na Amazônia e por isso precisamos de ações urgentes para que essas espécies sobrevivam.”

A rã Ranitomeya benedicta é uma das mais de 1.200 espécies foram descobertas na Amazônia entre 1999 e 2009

Fonte: Rick C. Wes

Mais de 1.200 espécies foram descobertas na Amazônia entre 1999 e 2009 – uma a cada três dias -, segundo o relatório ‘Amazon Alive’, da World Wide Fund for Nature (WWF). A rã Ranitomeya benedicta é uma dessas espécies.

A tarântula Pamphobeteus grandis chama a atenção por sua coloração lilás

Foto: Rick C. Wes

A tarântula Pamphobeteus grandis, encontrada no Amazonas e no Acre, chama a atenção por sua coloração lilás. O gênero Pamphobeteus engloba algumas das maiores aranhas do mundo.

O sagüi-do-rio-Acari está entre os 39 mamíferos catalogados

Foto: Georges Néron

O sagüi-do-rio-Acari (Mico acariensis) está entre os 39 mamíferos catalogados. O animal, descoberto em 2000, tem 24 cm de altura e pesa apenas 420 g.

Essa espécie de aranha se alimenta de pássaros

Foto: Christian Rabeling

Descoberta na Guiana Francesa em 2000, a aranha Ephebopus cyanognathus chama a atenção pelas presas azuis em contraste com o corpo marrom. Essa espécie de aranha se alimenta de pássaros.

A nova espécie de bagre, encontrada em Rondônia, vive basicamente em águas subterrâneas

Foto: Janice Muriel Cunha

A nova espécie de bagre Phreatobius dracunculus, encontrada em Rondônia, vive basicamente em águas subterrâneas. O peixe foi descoberto em poços artesianos.

A rã Hypsiboas liliae parece estar de olho em tudo

Foto: Philippe J. R. Kok

“Esse relatório mostra a incrível diversidade da vida na Amazônia. Por isso, precisamos de ações urgentes para que essas espécies sobrevivam”, diz a coordenadora da WWF no Brasil, Sarah Hutchison. Na foto, a rã Hypsiboas liliae.

Outra espécie descoberta na última década é a Martialis heureka, conhecida como a 'formiga de Marte'

Fonte: Christian Rabeling

Outra espécie descoberta na última década é a Martialis heureka, conhecida como a ‘formiga de Marte’. Ela tem até 3 milímetros de comprimento, não tem olhos e possui grandes mandíbulas.

A rã Osteocephalus castaneicola é uma das espécies conhecidas da região

Foto: Jiri Moravec

A WWF observa que a Amazônia abriga 30 milhões de pessoas e uma em cada dez espécies conhecidas. Na foto acima, a rã Osteocephalus castaneicola.

Da família dos papagaios, o Pyrilia aurantiocephala foi classificado "ameaçado"

Foto: Arthur Grosset

Da família dos papagaios, o Pyrilia aurantiocephala habita regiões próximas aos rios Madeira e Tapajós e foi classificado “ameaçado”, por causa de sua população reduzida.

O Psychrophrynella illampu é um dos novos anfíbios descobertos na floresta amazônica

Foto: Ignacio J. De la Riva

O Psychrophrynella illampu, encontrado em 2007 na Bolívia, é uma das 216 novas espécies de anfíbios descobertos na floresta amazônica nos últimos dez anos.

A Amazônia abriga a maior variedade de peixes de água doce do mundo

Foto: Kris Weinhold

O Apistogramma baensch está entre as 257 espécies de peixes descobertas nesses 10 anos no rio Amazonas e em seus afluentes. A Amazônia abriga a maior variedade de peixes de água doce do mundo.

O lagarto Anolis cuscoensis foi descoberto na amazônia peruana

Foto: Steven Poe

Segundo a WWF, 17% da floresta amazônia já foi destruída, com grande impacto sobre a biodiversidade. Na imagem, o lagarto Anolis cuscoensis, descoberto na amazônia peruana.

A Amazônia é um dos lugares com a maior biodiversidade da Terra

Foto: Andreas Fleischmann

A Amazônia é um dos lugares com a maior biodiversidade da Terra. Outra das espécies descobertas é a planta Drosera amazonica, encontrada em 2009 nos Estados do Amazonas e de Roraima.

Sucuri da Bolívia pode ter até quatro metros

Foto: José Maria Fernández Díaz-Formentí

A Eunectes beniensis é conhecida no Brasil como Sucuri da Bolívia e pode ter até quatro metros. Inicialmente, ele foi classificada como um híbrido entre duas espécies de sucuri.

Medidas urgentes são necessárias para a preservação desta grande variedade de espécies

Foto: Flávia Costa

“Uma mudança no paradigma de desenvolvimento precisa começar, com a maior urgência, para preservar a funcionalidade do bioma amazônico e sua incrível biodiversidade”, afirma Ahmed Djoghlaf, secretário-executivo da Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU.

O peixe Compsaraia samueli foi descoberto em 2008 no rio Tocantins

Foto: William Crampton

Durante essa década, foram descobertas 637 espécies de plantas, 257 peixes, 216 anfíbios, 55 répteis, 16 pássaros e 39 mamíferos. Entre eles, está o peixe Compsaraia samueli, descoberto em 2008 no rio Tocantins.

Gostaram? Essa matéria e muitas outras no:

Fonte: http://www.verde.br.msn.com

Post by: Alzira Farias

Beijos.

 

 

Conhecendo melhor um Jabuti

18/05/2010

Olá Bioleitores, peço desculpas pela ausência, mas é porque eu estava viajando no final de semana. E meu post de hoje é justamente sobre algo ou melhor, sobre um bichinho que eu tive a oportunidade de conviver nesses últimos 3 dias. O Jabuti.

Ouvir falar nele claro que todo mundo já ouviu falar, mas ver de pertinho, conviver, alimentar… foi uma experiência nova pra mim. E é isso que eu quero compartilhar com vocês.

jabuti é a designação vulgar dos répteis do género Chelonoidis da ordem dos Quelônios, da família dos testudinídeos. O gênero mudou de Geochelone para Chelonoidis.

São encontradas duas espécies de jabuti nas matas brasileiras, que residem desde o nordeste (subespécie) até ao sudeste:

  • jabuti-piranga (Chelonoidis carbonaria) pode ser encontrado pelo Nordeste, Centro-oeste,Sudeste e Sul do Brasil, e
  • jabuti-tinga (Chelonoidis denticulata), menos comum, pois só existe na região amazônica(florestas densas).

São animais que possuem casco convexo — carapaça bem arqueada — e pernas grossas. A carapaça é uma estrutura óssea formada pelas vértebras do tórax e pelas costelas. Funciona como uma caixa protetora na qual o animal se recolhe quando molestado. É revestido por escudos (placas) córneas. Os jabutis podem chegar aos 70 cm de comprimento aos 80 anos — aproximadamente o seu tempo de vida, mas também podem atingir os 100 anos.

O jabuti-piranga é de colorido mais vivo que o jabuti-tinga. O primeiro possui duas variedades: os que habitam a caatinga nordestina possuem cabeça vermelha e escamas vermelhas nas patas, enquanto a outra tem cabeça amarela e escamas vermelhas nas patas. O peso do C. carbonaria — cabeça e patas vermelhas — pode chegar em torno de 18 kg, enquanto a outra (cabeça amarela) pode chegar aos 40 kg. Há uma semelhança muito grande entre o carbonaria de cabeça amarela com a C. denticulata, a diferença é que o denticulata tem cabeça e patas amarelas, nariz preto e coloração mais clara.

A carapaça do jabuti é ligeiramente alongada, alta e decorada com um padrão em polígonos de centro amarelo e com desenhos em relevo. Acabeça e as patas retrátil estão cobertas por escudos vermelhos e negros, e amarelos e negros na sua subespécie do nordeste. Os machos são menores que as fêmeas, machos em média com 30 centímetros, e fêmeas com 35 centímetros a 50 centímetros, máximo de 40 a 50 centímetros. O plastrão é reto ou convexo nas fêmeas e côncavo nos machos, justamente para encaixarem nas fêmeas por ocasião da cópula.

ALIMENTAÇÃO E HÁBITOS

A alimentação do jabuti é feita principalmente à base de frutos mas os jabutis são animais onívoros, ou seja, se alimentam de quase qualquer substância orgânica. Costumam comer carne, frutas doces, verduras e legumes. Possuem hábitos diurnos e gregários (vivem em bandos) e passam o tempo em busca de alimento, especialmente os de cores vermelhas e amarelas. Os jabutis não possuem dentes. No lugar deles, há uma placa óssea que funciona como uma lâmina.

Sua maturidade sexual situa-se entre os 5 e 7 anos. O tempo para incubação de ovos varia de seis a nove meses. A quantidade de ovos em uma postura varia de 5 a 10 ovos sendo que a subespécie tem uma postura maior, de 10 a 15 ovos. Tempo de vida em torno de 80 anos.

Classificação científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Ordem: Testudinata
Família: Testudinidae
Gênero: Chelonoidis
Espécie: C. carbonaria

O Jabuti que eu me apaixonei durante minha viagem era Fêmea e o nome dela é Flesha (feminino de Flesh, por que achei ela muito rápida) rsrs e ela tinha por volta de 32 cm. Eu fiz até um video dando comida pra ela, depois colocarei aqui.

Eu alimentando uma Jabota

Flesha comendo casca de feijão verde

Por essas e outras que eu quero criar um Jabuti! rsrs

Fonte: Wikipedia

Post by Zirah Farias.

Bothriopsis bilineata ou simplesmente jararaca-verde

10/05/2010

Domingo passado (09/05/2010) fazendo uma pesquisa sobre as espécies de serpentes peçonhentas da fauna brasileira, pude observar uma serpente de uma beleza encantadora e rara, que é a Jararaca-verde (Bothriopsis bilineata (WIED, 1825)). A jararaca-verde é uma das 28 espécies pertencentes à família Viperidae, Ordem Squamata e Classe Repitilia. Ela é uma serpente arborícola muito comum na Amazônia e nas matas do Leste do Brasil.

Bothriopsis bilineata ou vulgarmente conhecida com Jararaca-verde

Após ter conhecido essa serpente, quero compartilhar com todo os usuários do Biogalera a beleza da Jararaca-verde, que, apesar disso, é tão peçonhenta quanto a jararaca comum do nosso cerrado. Esse bicho se alimenta principalmente de ratos, lagartos e rãs, porém o contato com o homem é extremamente perigoso e não deve ser feito se você não tem os conhecimentos básicos para manusear um bicho como esse, ou seja,  Se você não é biólogo ou não tem uma especialização na área, você não deve fazer o manuseio desse animal.

Bothriopsis bilineata ou simplesmente jararaca-verde

Fonte: http://www.sbherpetologia.org.br/checklist/repteis.htm Uso do habitat, atividade e comportamento de Bothriopsis bilineatus e de Bothrops atrox (Serpentes: Viperidae) na floresta do Rio Moa, Acre, Brasil

By Kássio de Castro

Bothriopsis bilineata (, 1825)

Menor camaleão do mundo

07/05/2010

Os biólogos descobriram um tipo de camaleão na Tanzânia até então desconhecido da ciência. O menor camaleão do mundo. Camaleões de tamanho tão pequeno que podem caber na unha de um adulto. Além do registro Ramera, esta espécie distingue-se de algumas espécies de escamados pelo chifre na cabeça e os pontos azuis nos membros.

Menor Camaleão do Mundo encontrado na Tanzânia

Os cientistas acreditam que a espécie não era conhecida à ciência por uma simples razão – ele está à beira da extinção. Presumivelmente, no mundo não há mais de 100 espécies de espécies de camaleão. A maioria delas habitam as florestas tropicais da Tanzânia.

Menor camaleão do mundo

A pequena dimensão da capacidade inata para mudar a cor, torna-se invisível contra o pano de fundo dos objetos ao redor ajudado esse camaleão evitar o perigo dos predadores, etc. Foram incapazes de proteger contra a bárbara espécie humana que destrói florestas tropicais – seu habitat natural.

Fonte: http://www.floranimal.ru/news/show_news.php?id=1076

By Kássio de Castro

CURIOSIDADES SOBRE ANFÍBIOS

18/04/2010

Os anfíbios (Amphibia) são vertebrados pertencentes ao filo Chordata que possuem algumas características particulares. Eles foram os vertebrados pioneiros a habitar o ambiente terrestre, embora ainda sejam dependentes do meio aquático, sendo ancestrais para os répteis. Os anfíbios são predadores, alimentando-se principalmente de insetos e minhocas.  Na época de reprodução eles retornam ao ambiente aquático, onde o machos e fêmeas se unem e os óvulos e espermatozóides são eliminados na água. Portanto a fecundação é externa.

Figura mostrando a cópula de anuros

A Classe Amphibia é dividida em três ordens: Urodela (Caudata) que são anfíbios tetrápodes com cauda e aspecto de lagarto. Ex.: Salamandras.

Bolitoglossa paraensis
Bolitoglossa paraensis (Unterstein, 1930). Única espécie de salamandra brasileira.

A outra ordem é  a Gymnophiona (Apoda) que são anfíbios sem patas. Ex.: Cobras-cegas.

Caecilia tentaculata Linnaeus, 1758

E por fim Ordem Anura, que são anfíbios de corpos curtos sem cauda, eles são tetrápodes com adaptação para o salto, a maioria apresenta metamorfose completa, mas alguns já saem dos ovos com a forma adulta, não apresentando metamorfose. Ex.: sapos, pererecas e rãs.

Bufo periglenes

By Kássio de Castro