Archive for the ‘Espécies em Extinção’ category

Rio +20

04/06/2012

Fala Biogalera!!!

Primeiramente gostaria de agradecer em nome de;  Kássio Castro, Alzira Farias e Jacqueline Araujo;  à todos os 101.742 acessos até o momento, são vocês que fazem o Biogalera!

Hoje resolvi falar um pouco sobre o “Evento da Moda”, no caso o Rio +20, que nada mais é do que uma conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será realizada de 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. A Rio+20 é assim conhecida porque marca os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e deverá contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.

Rio +20 Sustentável.

A proposta brasileira de sediar a Rio+20 foi aprovada pela Assembléia-Geral das Nações Unidas, em sua 64ª Sessão, em 2009. O objetivo da Conferência é a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.

A proposta e o texto do Rio +20 é bem elaborado e bonito e ficamos todos torcendo para que os governantes tomem uma decisão firme pra se tentar combater a maioria dos problemas ambientais vividos atualmente. No entanto o Brasil recentemente acabou desperdiçando uma grande oportunidade de chegarmos à Rio+20 de cabeça erguida, em vez de tirar o tema de meio ambiente das discussões, como foi feito, e discutir apenas economia verde, desenvolvimento social e govenrança. O país perde a prerrogativa de liderar pelo exemplo”, afirmou a ex-ministra Marina Silva.

Ex Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva

O Brasil foi o primeiro país em desenvolvimento a apresentar metas de reduções de CO2 em Copenhague em virtude das políticas contra o desmatamento. “Agora o Brasil apresenta esses bons resultados obtidos com uma lei que acabaram de revogar”, criticou a ex-ministra ao veto parcial ao Código Florestal feito pela presidente Dilma Rousseff!

Esperamos que o Rio +20 não se torne mais um dos muitos eventos que serviram apenas de publicidade para os governantes envolvidos na discussão e pouco seja feito pelo meio ambiente!

Espero que tenham gostado de ler um pouco mais sobre o Rio +20. Desejo a todos uma ótima semana e voltem sempre!

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/brasil-nao-deveria-tirar-tema-ambiental-da-rio-20-diz-marina-silva ; http://www.rio20.gov.br/sobre_a_rio_mais_20

By Kássio Castro

Tartaruga de duas cabeças e seis patas é exposta ao público na Ucrânia

24/02/2012

Fala Biogalera!!!

Depois de passar um tempinho longe do Biogalera devido a motivos acadêmicos estou de volta com uma grande curiosidade que está rodando o mundo e resolvi compartilhar com vocês!

Aos amantes de Biologia e principalmente os da parte de Biologia marinha, atentem-se a essa tartaruga de duas cabeças e seis patas apresentada ao público na Ucrânia.

Tartaruga com duas cabeças e seis patas é exibida na Ucrânia. (Foto: Genya Savilov / AFP Photo)

Uma tartaruga com duas cabeças e seis patas está em exibição no Museu de História da Ciência de Kiev, capital da Ucrânia. O réptil de 5 anos de idade possui também dois corações, mas apenas um intestino. O animal será mantido em exposição até o dia 20 de abril de 2012.

O animal participa de um evento promovido na instituição. O organizador Dmitry Tkachev acredita que a tartaruga seja fruto de uma mutação e que não sobreviveria se deixada na natureza. Ele também afirmou que uma cabeça não consegue enxergar a outra, o que pode levar cada uma delas a comandar o corpo para andar em direções opostas.

A equipe responsável pelo animal também afirma que cada cabeça “aprecia” tipos diferentes de comida: enquanto uma prefere folhas, a outra não suporta alimentos verdes e consome preferencialmente cenouras e pimentas.

Espero que tenha gostado de conhecer sobre esse caso tão curioso exposto na Ucrânia

Abraços e tenham um ótimo dia!

Fonte: http://g1.globo.com

By Kássio castro

Alligator Gar (Peixe-Jacaré)

18/08/2011

Fala Biogaleraa!!

Hoje vocês vão conhecer um cara de aparência estranha que pode até assustar, no entanto é um peixe relativamente passivo, solitário que vive em águas salobras norte-americanas. Importante salientar que apesar de boatos, não há nenhuma prova concreta que esse animal tenha atacado algum humano.

Esse cara é um primitivo peixe actinopterígeo. Ao contrário de outros Gars , O Alligator gar possui uma linha dupla de grandes dentes no maxilar superior. Seu nome deriva do jacaré, devido a aparência destes dentes, juntamente com focinho alongado do peixe. A superfície dorsal da Alligator gar é um marrom ou verde-oliva de cor, enquanto a superfície ventral tende a ser mais leves.

Aligator gar (vulgo peixe-jacaré)

Uma característica anatômica interessante deste peixe é que sua bexiga flutuabilidade está diretamente ligado à sua garganta, dando-lhe a capacidade de tirar do ar acima da água. Por esta razão, Alligator gar são frequentemente encontrados perto da superfície de um corpo de água.

Espero que tenha gostado de conhecer um pouco mais sobre o Alligator gar, vulgarmente conhecido como peixe-jacaré e se possível deixem comentários com dúvidas, elogios, críticas, etc.

Abraços e boa semana a todos!

Aligator gar (vulgo peixe-jacaré) com o apresentador richard rasmussen

Fonte: EO Wiley, 1976 A filogenia e biogeografia de gars fósseis e recentes (Actinopterygii: Lepisosteidae).. Mus. Nat. Hist. Univ. Kansas Misc. Publ. 64:1-111.

By Kássio Castro

 

 

Menor Sagui-pigmeu do mundo?

17/08/2011

Fala Biogalera!

Então hoje vou mostrar um primata de beleza ímpar que recentemente foi bem repercutido nos maiores jornais de publicação e revistas especializadas, no caso foi a possível descoberta do menor Saui-pigmeu do mundo.

Esse cara é a menor espécie de Símio (Subordem de primatas haplorrinos) conhecida, medindo apenas cerca de 15 centímetros de comprimento (excluindo os outros 15 centímetros de cauda) e pesando 130 gramas, de pelagem acastanhada. Devido à sua pequena dimensão, e seus movimentos rápidos, é muito difícil de observar na natureza.

Saguí - pigmeu

Ele pode ser encontrado na Floresta Amazônica, no noroeste do Brasil e em áreas da Colômbia e Equador, é tão pequeno que alguns índios o deixam no cabelo para que cate piolhos e outros bichinhos. Esse sagui é ótimo escalador de árvores, devido a suas garras e sua longa cauda que ajuda a manter o equilíbrio. Sua alimentação consiste de frutas, folhas, insetos  e seiva das árvores, que eles bebem após roer a casca com seus dentes incisivos. Usam uma variedade de sons para se comunicar uns com os outros.

Recentemente um sagui-pigmeu de três meses de idade foi encontrado medindo 12,7 centímetros e pesando apenas 60 gramas e pode ser o menor do mundo. O animal chamado “Reillo”, que era do tamanho de um dedo humano foi abandonado pelos pais ao nascer, pertence ao zoológico de Lincoln, no estado de Nebrasca (EUA). “Reillo” foi cuidado pela tratadora Sarah Jurgen, de 26 anos.

Sagui-pigmeu de 12,7 centímetros

Muito Obrigado por acessarem o Biogalera, se possível deixem comentários, sugestões, críticas, perguntas, etc.  O Biogalera sempre estará disposto à ajudar ou discutir assuntos de interesse biológico.

Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre o Saguí-pigmeu e tenham uma ótima semana ;D

Fonte: http://g1.globo.com/

By Kássio Castro

Anunciada descoberta de predador mais antigo que dinossauros no RS

01/04/2011

Olá galera. Essa notícia saiu no Uol Ciência esses dias e é super interessante. Confiram.

“Pesquisadores anunciaram nesta quinta-feira (31), em Porto Alegre, a descoberta de uma nova espécie, batizada de Decuriasuchus quartacolonia, um predador com hábito social mais antigo que os dinossauros. O animal representa a mais antiga evidência de comportamento gregário em arcossauros, grupo que congrega crocodilos e aves.

A descoberta foi feita por equipes da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP e da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (FZB/RS).

O pesquisador Marco Aurélio Gallo de França, orientado pelo professor Max Langer, do Laboratório de Paleontologia da FFCLRP, foi um dos responsáveis pela preparação e descrição do Decuriasuchus quartacolonia. “Apesar de serem muito parecidos com alguns dinossauros carnívoros, os membros deste grupo são, na verdade, parentes distantes dos crocodilos atuais”, conta. ”Além de representar uma espécie nunca antes descoberta pela ciência, a importância deste novo achado está na maneira como os fósseis se preservaram.”

 

Crânio do "Decuriasuchus" encontrado no interior do Rio Grande do Sul

Foram encontrados dez esqueletos da mesma espécie, sendo nove deles posicionados uns sobre os outros. Outro fato que surpreendeu os pesquisadores é que até esta descoberta pensava-se que tais predadores de topo de cadeia alimentar viviam de forma isolada nos ecossistemas triássicos. “Esta aglomeração indica que, quando vivos, estes possuíam um hábito social mais complexo, possivelmente envolvendo atividades em grupo, como a caça”, explica França.

Desde a descoberta dos fósseis até as conclusões que foram publicadas, também na semana passada na versão online da revista alemã Naturwissenschaften, foram cerca de dez anos. No início de 2001, os paleontólogos Jorge Ferigolo, Ana Maria Ribeiro e Ricardo Negri, do Museu de Ciências Naturais (MCN) da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (FZB-RS) encontraram os dez esqueletos dessa nova espécie, numa superfície rochosa exposta, no município de Dona Francisca, região da Quarta Colônia, no interior do Rio Grande do Sul.

Espécie

Na descoberta, diz França, os fósseis já indicavam ser crânios de predadores do período Triássico (cerca de 240 milhões de anos atrás). Os três pesquisadores retiraram do local um bloco de quase meia tonelada e levaram para o Museu. Mas a preparação e os estudos desse material só tiveram início em 2007, pelo próprio professor Jorge Ferigolo, do Museu de Ciências Naturais da FZB/RS, em parceria com França e Langer, da FFCLRP-USP. Após quatro anos de estudos, os pesquisadores concluíram que os fósseis encontrados em 2001 representam uma nova espécie de predador do triássico, medindo cerca de 2,5 metros de comprimento, pertencente ao grupo denominado de Rauisuchia.

Por terem sido encontrados em forma de aglomeração, dez esqueletos juntos, e por serem do grupo dos arcossauros, na qual pertencem também os crocodilos e as aves, os pesquisadores batizaram a nova espécie de Decuriasuchus quartacolonia.

França explica que “Decuria” é referência à unidade do exército romano constituída por 10 soldados, como no caso dos 10 esqueletos achados na superfície rochosa exposta; “suchus” é um termo grego que se refere ao deus egípcio com cabeça de crocodilo, fazendo referência ao posicionamento da espécie na linhagem pró-crocodiliana; e, finalmente, “quartacolonia” refere-se à região no interior do estado do Rio Grande do Sul onde foram encontrados os fósseis, denominada de Quarta Colônia por ser a quarta região a abrigar os imigrantes italianos no século passado.

“Os indícios mais antigos de comportamento social entre espécies da linhagem pró-crocodiliana e dos dinossauros são cerca de 10 milhões de anos mais recentes que as rochas nas quais foram encontradas o Decuriasuchus quartacolonia. Assim, com seus 240 milhões de anos, esta se trata da espécie mais antiga possuindo hábitos sociais complexos entre os parentes distantes dos crocodilomorfos e dos dinossauros”, conclui França.

*Com informações da Agência USP de Notícias

FONTE: UOL CIÊNCIA E SAÚDE

Post by: Alzira Farias

Boa sexta-feira!!!

Terrível “mosca peluda” é reencontrada no Quênia

08/12/2010

Então Biogalera, pedimos mais uma vez desculpas a todos os nossos bioloeitores por nossa ausência, Isto se deve principalmente pelo fato do nosso final de semestre, a noticia boa é que todos nós (Alzira, Emanuel, Jack e Kássio) conseguimos passar para o período seguinte.

Então… Trago-lhes uma noticia que está percorrendo o mundo, que foi o encontro de uma espécie de mosca, no caso, vulgarmente chamada de “mosca peluda”, que tinha sido visualizado em meados dos anos 40 pela última vez.

"Mormotomyia hirsuta" parece aranha, por causa das pernas peludas.

Aqui está uma descrição mais aprofundada da redescoberta da “mosca peluda” publicada por cientistas do Quênia. NAIRÓBI (Reuters) – Cientistas no Quênia localizaram uma das moscas mais raras e de aparência mais estranha no mundo, após uma longa busca pelo inseto apelidado de “terrível mosca peluda”, anunciaram especialistas nesta quarta-feira.

Cientistas toparam com a mosca de pelos amarelos pela primeira vez em 1933, e então novamente em 1948. Desde então, pelo menos meia dúzia de expedições científicas visitaram um local entre as cidades de Thika e Garissa na tentativa de encontrar a mosca novamente.

Com cerca de um centímetro de comprimento, e encontrada até agora apenas sobre uma única pedra de 20 metros de altura, a mosca “Mormotomyia hirsuta” tem aparência mais semelhante a uma aranha que a uma mosca, devido a suas pernas peludas, disseram cientistas.

Incapaz de voar, a mosca se reproduz em fezes de morcegos, e acredita-se que ela viva apenas em uma fenda úmida, repleta de morcegos, em uma rocha isolada nos Montes Ukazi. Ela possui olhos minúsculos e asas não funcionais que lembram alças de cinto.

Acredita-se que ela viva apenas em uma fenda úmida, repleta de morcegos, em uma rocha isolada nos Montes Ukazi (Foto: Robert Copeland divulgação via AFP 4-12-2010)

O pesquisador. Robert Copeland, do Centro Internacional de Fisiologia e Ecologia de Insetos, sediado em Nairóbi, disse que a aparência física da mosca deixou os cientistas perplexos quanto ao lugar que ela ocupa na ordem das Dipteras, ou “moscas verdadeiras”.

“Coletamos espécimes novos para submetê-los a análise molecular, para ver onde exatamente a ‘terrível mosca peluda’ se encaixa no processo evolutivo”, disse Copeland à Reuters pelo telefone.

“Ela não possui adaptações óbvias para agarrar-se a outros animais, para se deslocar de um lugar a outro. Com suas pernas compridas, talvez consiga se agarrar a um morcego para pegar carona. Ela nunca foi encontrada em nenhum outro lugar.”

A Mormotomyia hirsuta é o único membro de sua família biológica, e alguns especialistas em moscas acham que ela acabará provando ser a única família de moscas inteiramente restrita à África.

Então Biogalera, espero que tenham gostado de conhecer a “tão temida mosca peluda” e peço que continuem acessando nosso Blog e que são vocês, bioleitores que nos motivam a escrever mais e mais … e consequentemente melhorar o Biogalera!

By Kássio Castro

Fonte: (Reportagem de Richard Lough) http://oglobo.globo.com/