Arquivo de março 2011

Ipê em flor, um show para o olhar

27/03/2011

Floradas mexem com a sensibilidade de qualquer um

A notícia se espalhou rápido: “ipê-roxo cura câncer”. Resultado imediato: não sobrou árvore com casca, do Centro-Oeste até o Sul do Brasil. A ‘febre’ foi tanta que fazendeiros e pelo menos uma Prefeitura — a de Curitiba — cederam à pressão popular, cortaram as árvores, distribuíram os pedaços e fizeram o replantio. Caminhões carregados de cascas ou pedaços da árvore cruzavam as estradas em direção às capitais. Estelionatários passaram a vender serragem de qualquer árvore como se fosse de ipê-roxo.

A ‘corrida’ foi em 1967, provocada por uma entrevista, na revista O Cruzeiro, do professor de Botânica da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), de Piracicaba, SP, Walter Radamés Accorsi. E tudo começou com um sonho, conforme conta o pesquisador: no Rio de Janeiro, uma moça com câncer sonhou que o ipê-roxo curava a doença. Tomou o chá da casca e sarou.

Outros relatos de cura vieram de Campinas, Americana e Piracicaba. Accorsi pesquisou as propriedades medicinais da planta e verificou sua eficácia. Resolveu, então, ajudar um amigo cuja esposa estava com câncer, em Itu. Ela tomou o chá no hospital, onde tinha se submetido a cinco cirurgias. “A mulher, surpreendentemente, dormiu a noite inteira, tanto que, de vez em quando, o médico ia verificar se ela já tinha morrido”, recorda. Para espanto do médico, depois de alguns dias a mulher voltou para casa, curada. À revelia do botânico, o amigo divulgou a cura num jornal paulistano, o que motivou a reportagem da revista e a corrida aos ipês.

Hoje ninguém precisa mais correr atrás do ipê-roxo e descascar a árvore. Basta ir a uma farmácia onde o fitoterápico está pronto, em forma de chá, tintura, extrato, xarope e pomada. Fazer o chá em casa nem sempre adianta, como explica a farmacêutica Walterly Accorsi, filha do pesquisador. “Cada árvore tem mais ou menos princípios ativos, dependendo do solo. E tem ainda o perigo de contaminação do solo por chumbo e metais pesados ou da casca, por pessoas ou animais”, adverte.

A partir da iniciativa de Walter Accorsi, na década de 60, equipes multidisciplinares reproduziram e aceleraram, dentro e fora de universidades, as pesquisas sobre os ipês. Os resultados dessas pesquisas indicam que seus elementos fitoquímicos atuam nos sistemas respiratório e gástrico. As indicações são para os casos de bronquite, infecção, asma, úlceras gástricas e duodenais, arteriosclerose, gastrite, eczema, estomatite e neoplasias (câncer).

Mas o conhecimento sobre as propriedades medicinais dos ipês vem de longe. Para os incas, essa era a ‘planta mestra’. Na segunda metade do Século 19, o médico e botânico Von Martius relatou, no livro Systema de Matéria Médica Vegetal Brasileira, o uso do ipê contra sarna, inflamações artríticas por debilidade, lecorréia, catarro da uretra e blenorragia dos olhos.

De modo geral, todas as espécies de ipê têm propriedades farmacológicas, embora o ipê-roxo seja o mais rico em princípios ativos e, por isso, o mais indicado para fitoterápicos. O pesquisador Walter Accorsi destaca sua nos casos de leucemia, anemia, hemofilia e hemorragia uterina. “O extrato restaura a imunidade do doente, por isso é indicado para o combate a qualquer tipo de câncer e em qualquer estágio da doença”, explica.

E Walterly acrescenta que o uso do fitoterápico não dispensa o tratamento convencional com cirurgia, químio e radioterapia. “Como todo remédio fitoterápico, o pau d’arco não é sintetizado, mas natural. Por isso o efeito é mais lento, porém mais consistente. A eficácia varia de paciente para paciente porque depende de como cada organismo assimila os princípios ativos”.

Os médicos tradicionais vêm com reservas o uso medicinal do ipê-roxo. Para o oncologista Gilmar Nepomuceno Araújo, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCC), “falta comprovação científica efetiva da eficácia e ainda não sabemos sobre os efeitos tóxicos e alérgicos e se há interferência com outros medicamentos”. Por isso, não recomenda. “Se o paciente quiser usar alguma terapia alternativa, não proíbo, desde que ele não abandone o tratamento tradicional”.

Controvérsias à parte, o ipê-roxo correu o mundo e, com ele, o pesquisador Walter Accorsi, hoje com 92 anos e boa saúde. Só ao Japão – onde o chá de pau-d’arco foi patenteado há 20 anos – foi quatro vezes. Na última delas, no ano passado, para ser homenageado diante de mais de mil pessoas. Apaixonado por plantas e, em especial, pelo ipêroxo, o mestre de várias gerações não esconde a indignação diante de duas omissões: a do governo brasileiro, que não explora a nossa flora, e a dos grandes laboratórios, que não se interessam pelo ipê-roxo como remédio contra o câncer.

“O Brasil tem a flora medicinal mais rica e mais diversificada do planeta. Quem diz isso são os próprios estrangeiros e são eles que levam nossas riquezas, patenteiam e aproveitam”, enfatiza Accorsi, que defende a instalação urgente de um laboratório de fitoterapia na Amazônia. O consolo é que algumas escolas de Medicina começam a incluir a Fitoterapia no currículo, uma proposta defendida por ele. “A planta é o laboratório bioquímico mais completo que existe no mundo. A planta sustenta a nossa vida biológica”.

Além de tratar do corpo, os ipês também fazem bem para a alma. A engenheira agrônoma Dionete Santim, pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais da Universidade Estadual de Campinas (Nepam-Unicamp), lembra que os ipês dão cor e vida na época mais seca e cinza do ano, o inverno. “Muita gente relaciona os ipês com a primavera, mas nesta época as floradas estão no fim. O ipê-roxo pode até florir no final do outono, se houver um número de horas-luz suficiente para estimular os hormônios do florescimento”, explica.

 

 

 

 

 

 

 

Como temos um inverno ensolarado, as várias espécies de ipês vão se sucedendo na floração, de junho a setembro: roxo, branco, amarelo e rosa, sendo que o ipê-branco floresce mais de uma vez. “A ordem varia conforme a região do país: numa o ipê-roxo pode florescer primeiro, em outra, o ipê-rosa ou o branco. As condições de sol e calor variam muito num país tão grande e tropical como o nosso”, observa Dionete.

A florada do ipê-branco dura, em média, 4 dias. A das outras espécies, de uma semana a 10 dias. “As flores não são belas só na árvore. Quando caem formam um bonito tapete colorido que embeleza a terra, a calçada e o asfalto. Flor de ipê não é sujeira, é enfeite, ninguém deveria varrê-la”.

A pesquisadora descreve as floradas dos ipês como um show da natureza que devemos contemplar. “O ipê mexe com a alma da pessoa, mexe com a nossa sensibilidade. Até os menos sensíveis param diante de um ipê florido. Para mim, os ipês são árvores espirituais. Contemplá-las é como fazer uma oração”

Um Ipê por perto

Para quem quer ter ipês no caminho do trabalho ou na frente de casa, a engenheira agrônoma Dionete Santim sugere alguns cuidados:

– Não plantar embaixo da fiação, se a calçada for estreita ou se o imóvel não tiver recuo.
– Na calçada, usar espécies brancas, amarelas e a roxa anã (menor que as outras roxas).
– No canteiro central de avenidas, usar ipês roxos e o rosa, mais frondosos.
– Plantar mudas com 2 m, mais fortes e resistentes à poluição. E regar na época seca enquanto a árvore não se torna adulta.
– Fazer só uma poda, de condução, para a copa ficar mais alta e não atrapalhar a circulação de pedestres e veículos. Buscar a orientação de um especialista. Se mal feita, a poda deforma e pode até matar a árvore.
– Em chácaras e sítios, não plantar ipês muito perto da casa ou da piscina. As raízes podem danificar construções e as flores caídas ‘enchem’ a piscina.

Fonte:Revista Terra da Gente

By:Jack Araújo

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes da sua casa e ajude a vermos um mundo melhor. …Hora do Planeta 2011.

26/03/2011

A hora do planeta 2011 já começou:


O apagar das luzes nas residências, empresas e edifícios públicos nas ilhas Fiji e na Nova Zelândia, às 20h30 do horário local, marcou o início da Hora do Planeta 2011, que obteve o apoio mundial à mensagem de que o mundo e seu meio ambiente exigem um comprometimento com ações que vão “além da hora”.

Quando o evento terminar, 24 horas mais tarde nas Ilhas Cook, centenas de milhões de pessoas terão participado da Hora do Planeta em milhares de cidades, vilarejos e comunidades num número recorde de 134 países de todos os continentes.

Nas ilhas Fiji, as luzes serão apagadas mas não os televisores, porque essa ilha-nação está pronta para enfrentar o Quênia no importantíssimo torneio Rugby Sevens (os sete do rugby) de Hong Kong.

Na Estação Davis, na Antártica, as luzes serão apagadas – mas não o aquecimento – quando os cientistas se recolherem para um jantar à luz de velas.

Em alguns países, as lideranças nacionais, regionais e principalmente as municipais desempenharam importante papel na organização das atividades para a Hora do Planeta. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, fez um apelo para que todos “usem os 60 minutos de escuridão para ajudar o mundo a ver a luz.”

 

A Hora do Planeta foi o tópico dominante nos últimos dias nos canais da rede social, com a modelo internacional australiana Miranda Kerr tendo “seqüestrado” a homepage do Myspace para a Hora do Planeta. A Hora do Planeta contabilizou mais do que meio milhão de fãs no Facebook e quase 50 mil seguidores no Twitter, além de muitos outros em sites específicos que apóiam essa causa em cada país. O YouTube também exibiu um desenho personalizado em seu site para a Hora do Planeta, mostrando também um interruptor de luz que aparece acima de cada vídeo e que permite aos usuários escurecer a página do YouTube.

O mundo do show business e o mundo do esporte também aderiram ao evento e muitas de suas estrelas participam dos eventos da Hora do Planeta em vários países. Entre as principais entidades esportivas que apóiam o evento estão o maior clube de futebol do mundo – Real Madrid –, a entidade organizadora das Olimpíadas de Londres e a Federação Européia do Futebol – UEFA. Participam da Hora do Planeta a Arena 2 de Londres e vários outros estádios que sediam importantes eventos esportivos — Chicago’s Wrigley Fields, o Cubo de Água e o Ninho de Pássaro em Beijing.

“Depois do evento a gente sempre descobre que ele foi realizado em países que nunca nos contataram, em cidades em que nunca esperávamos que fosse acontecer, em lugares dos quais nem ouvimos falar.”

“Nós damos muito valor a isso – é um símbolo do reconhecimento crescente de que todos nós precisamos agir para restaurar a harmonia entre a humanidade e o meio ambiente e de que todos nós podemos agir.”

O tempo molhado não conseguiu enfraquecer o entusiasmo das celebrações da Hora do Planeta na Nova Zelândia – embora o evento fosse mesclado com a tristeza da lembrança do que aconteceu antes na cidade de Christchurch, devastada no mês passado por um terremoto.

Na capital, Wellington, a prefeita Celia Wade Brown desligou as luzes no Observatório Carter para a Hora do Planeta. Em sua fala no evento, o diretor-executivo do WWF-Nova Zelândia, Chris Howe, destacou o poder coletivo do movimento mundial da Hora do Planeta. “Quando a gente faz pequenos atos, como parte de uma comunidade global, nós podemos fazer uma grande diferença e criar um futuro onde as pessoas vivam em harmonia com a natureza”, afirmou.

Em Auckland, a torre Sky Tower – o edifício mais alto do hemisfério sul – teve suas luzes desligadas. Os foliões em Hamilton enfrentaram os trovões e os raios para participar dos eventos às escuras nos restaurantes e bares. Em Alexandra, as pessoas ouviram música à luz de velas no Centennial Park, o parque do centenário.

Começou na Austrália e o mundo aderiu:

A participação da Austrália na Hora do Planeta começou com o apagar das luzes num dos pontos turísticos duplos mais conhecidos em todo o mundo – a combinação de cabide e vela que caracteriza a ponte do porto, a Harbour Bridge, e o teatro da ópera de Sydney.

Houve uma onda de compromissos para ir além da hora e eles foram muito além da maior cidade da Austrália. Teve a promessa da primeira-ministra Julia Gillard que vai fazer tudo o que puder para garantir as novas ciclovias e luminárias LED para os parques e vias públicas. O WWF-Austrália e seus parceiros inovaram com o lançamento de prêmios da Hora do Planeta para as contribuições mais destacadas para o meio ambiente, uma iniciativa que pode ser imitada no resto do mundo nas futuras edições da Hora do Planeta.

Parrys Raines, de 15 anos de idade, convenceu sua escola em Woollongong a instalar postos de água e fornecer a cada aluno e professor uma garrafa reutilizável de aço para beber água e assim reduzir o lixo de garrafas plásticas.

Infelizmente as nuvens prejudicaram a planejada observação de estrelas no Observatório de Sydney. Mas na diminuta Gingin, no oeste da Austrália, com uma população de 536 habitantes segundo o último censo, Alice Springs, quase no ponto central da única nação do mundo que tem o tamanho de um continente, a escuridão serviu para apreciar o céu.

“A Hora do Planeta é um maravilhoso exemplo da criatividade e da confiança dos australianos”, destacou a primeira-ministra Gillard.

Solidariedade pelo desastre no Japão:

A Hora do Planeta na Austrália, assim como em outros países, foi iniciada com um minuto de silêncio pelas vítimas da catástrofe causada por terremoto e tsunami no Japão, ocorridos esse mês. Em alguns países, os eventos da Hora do Planeta incluíram a captação de fundos para ajudar as vítimas dos terremotos e do tsunami.

No Japão mesmo, uma pequena equipe da Hora do Planeta fez uma demonstração de resiliência e da capacidade do país para superar esse duplo desastre, destacando a promoção de 20 formas diferentes para que o povo e as empresas do Japão economizem energia, como um jeito prático de ajudar as áreas devastadas.As luzes foram desligadas nas torres de Tóquio e de Quioto, bem como no castelo e no Memorial da Paz em Hiroshima.

“Nós tivemos que cancelar vários dos eventos planejados para a Hora do Planeta, disse o diretor do WWF-Japão, Takamasa Higuchi. “O que nós gostaríamos de dizer é que estamos muito gratos pelos vários gestos de ajuda que a nossa nação recebeu nessa época de tanta tragédia.”

“Apesar da situação cruel, um hotel em estilo japonês, situado na região mais destruída, decidiu participar da Hora do Planeta. Muitas pessoas que perderam suas famílias e suas casas por causa do tsunami estão abrigadas nesse hotel. Elas não têm eletricidade, então obviamente não podem desligar as luzes. Mas elas rezarão pelas vítimas.”

No Brasil, 98 cidades, incluindo as capitais, já registraram formalmente a participação, indicando monumentos que terão suas luzes desligadas neste sábado, por uma hora, num gesto simbólico pelo planeta. Ao todo, 1.514 empresas e organizações se cadastraram no site , que traz histórias e dicas sobre como participar, além de materiais promocionais como banners, filmes, cartazes, imagens, papéis de parede, protetores de tela e twibbons para twitter e facebook.

O WWF-Brasil incentiva as cidades participantes a se comprometerem com a conservação da natureza e a desenvolverem projetos que visem sua sustentabilidade ambiental. Ações de promoção do uso de meios de transporte menos poluentes e da coleta de lixo seletiva, criação de unidades de conservação, proteção das nascentes de água e cumprimento da legislação ambiental são alguns exemplos do que pode ser feito.

“A participação de pessoas, organizações e governos na Hora do Planeta é um gesto em direção à busca da sustentabilidade. Significa dizer que estamos preocupados e atentos ao processo de aquecimento global, e que queremos fazer a nossa parte pelo direito de nossos filhos e netos herdarem um planeta habitável”, afirmou Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.

Cidade âncora do Brasil no movimento global Hora do Planeta, o Rio de Janeiro terá, pela primeira vez, um evento aberto ao público, a partir das 19h, nos Arcos da Lapa, com a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes. Os dois desligarão, simbolicamente, as luzes da cidade por uma hora a partir das 20h30, dando o início à participação do Brasil no movimento global. Após o minuto de silêncio, o público assistirá à apresentação das baterias da Mangueira, Portela, Grande Rio e União da Ilha, simbolizando a capacidade de organização e de superação do ser humano.

No Rio de Janeiro serão apagados os ícones Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Igreja da Penha, Castelinho da Fiocruz, Monumento aos Pracinhas, Arcos da Lapa.

Mas o  que é?

A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.

No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa… Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Em 2011, a mobilização será ainda maior.

Fonte :G1 /Hora do planeta.org

By : Jack Araújo!!!

Então galera,qualquer pessoa pode aderir ao movimento. Basta apagar as luzes hoje  na hora da ação.Vamos apgar as luzes e ajudar a todos vermos um mundo melhor!

 

 

 

 

 

 

 

 

A “Super Lua” no litoral do Piauí

20/03/2011

Bom aproveitando o ensejo do post da minha amiga Alzira, vim postar pra vocês uma foto tirada nesse sábado aqui em Parnaíba da Super Lua dessa madrugada. Pena que a chuva que caiu aqui ( como nos dizemos por aqui  :”Mó toró” ..kkk)  no começo da noite deste sábado (19) e o tempo nublado que varou a madruga deste domingo (20) no nosso  litoral quase estragaram o espetáculo que vinha do céu.

Eu particularmente não vi nada, mas ainda bem que um dos fotógrafos de um dos sites daqui (Proparnaiba) conseguiu fotografar a “Super Lua” às 3h deste domingo. “Mesmo com muitas nuvens foi possível ver os detalhes da maior lua cheia dos últimos 18 anos, com brilho e luminosidade 33% mais intenso que o normal” falou o fotógrafo.

Ainda bem que alguém aqui conseguiu ver e compartilhou suas fotos com a gente….

A lua cheia deste sábado foi a maior já vista desde março de 1993, o diâmetro observado da Lua no céu apareceu 14% maior, e seu brilho foi 33% mais intenso.

Post by : Jack Araújo

Fonte : Proparnaiba.com

Todos atentos ao céu este sábado: Super Lua Cheia

19/03/2011

Olá amigos bioleitores. Não, ainda não estamos de volta totalmente. O blog ainda está em fase de transição. Melhorias quanto a ele já foram estudadas e discutidas e neste final de semana estarão sendo finalizadas. Provavelmente, próxima semana já estaremos de volta e de cara nova!

Achei importante compartilhar com vocês esta notícia, que está me pondo louca desde ontem. rsrs Estou hiper nervosa esperando a noite chegar para tirar muitas fotos.

“Fenômeno “Perigeu Lunar” tem lugar este sábado, 19 de Março. A Lua atinge o ponto máximo de um ciclo e, desta vez, atinge a menor distância da Terra dos últimos 20 anos.

É já no sábado que a Lua vai estar mais próxima da Terra, dando origem a uma “super Lua cheia”. Este satélite natural vai chegar à menor distância da Terra dos últimos 20 anos e poderá aparecer no céu 14% maior e 30% mais luminosa.

Nelma Alas Silva, do Núcleo de Divulgação do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP) explica ao JPN que “quando a Lua se encontra na ponta da elipse mais próxima da Terra está no perigeu e quando se encontra na ponta da elipse mais afastada da Terra dizemos que se encontra no apogeu”. Segundo Nelma, “a Lua cheia do próximo sábado quase coincide com o perigeu da Lua”. Isto porque a “super Lua cheia” acontecerá pelas 18h10 e o perigeu apenas uma hora mais tarde, pelas 19h10.

As luas cheias que acontecem perto do perigeu são frequentes. “A do dia 19 estará um pouco mais próxima – a distância entre a Terra e a Lua será de 356 577 quilómetros, enquanto que a média dos perigeus durante 2011 será de 361 561 quilómetros”, diz Nelma Alas Silva.

Apesar de muitos considerarem que o perigeu está directamente relacionado com alterações atmosféricas, Nelma afirma ser uma informação “completamente falsa”, uma vez que “o perigeu da Lua nada tem a ver com fenómenos meteorológicos que são, na sua maioria, fenómenos atmosféricos”.

Se as condições metereológicas o permitirem, a Lua “poderá observar-se com facilidade, de qualquer local, durante toda a noite”, explica.”

FONTE: Jornalismo Porto Net / JPN

Todos os créditos da matéria ao site: jpn.icicom.up.pt/

Então, hoje a noite todos com câmeras prontas o/

Beijos e bom fim de semana.

Post by: Alzira Farias