Archive for the ‘Curiosidades do mundo animal’ category

O fenômeno da Pororoca

01/03/2012

Fala Biogalera!!

Todos nós sabemos a riqueza de fauna e flora do Brasil, além da grande quantidade de rios, lagos e lagoas presentes no nosso país. Devido a grande extensão, diversidade, etc.  não se é difícil encontrar alguns fenômenos, no mínimo, “estranhos”. E é justamente sobre um desses fenômenos que venho falar hoje.

Alguma vez você já deve ter ouvido falar sobre o “fenômeno da Pororoca”, mas afinal, de que se trata esse fenômeno?

Pororoca é derivado do Tupi que designa “estrondo”, corresponde a um fenômeno natural onde acontece o encontro das águas de um rio com o oceano.

Pororoca, fenômeno ocorre na foz do rio Amazonas

Pororoca ou Mupororoca é a forma como são denominados os Macaréus, que se tratam do choque  entre águas de um  rio caudaloso com as Ondas durante o início da maré enchente.  que ocorrem na Amazônia. Trata-se de um fenômeno natural produzido pelo encontro das correntes fluviais com as águas oceânicas.

O fenômeno se torna mais evidente nas mudanças de fase da lua, especialmente na lua cheia e nova. O processo ocorre quando os níveis das águas oceânicas se elevam e essas invadem a foz do rio, o confronto dessas águas promove o surgimento de grandes ondas que podem atingir até dez metros de largura e cinco de altura, podendo chegar a uma velocidade que oscila entre 30 e 35 quilômetros por hora.

A pororoca é resultado da atração simultânea da Terra com o sol e a lua, o fenômeno apresentado nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril possui características particulares, três grandes ondas adentram nos canais dos rios, provocando o fenômeno “terras caídas” que consiste no desmoronamento de grandes quantidades de terras emersas, ocasionando a morte de animais, plantas e a destruição de casas.
O fenômeno da pororoca não ocorre somente no Brasil, em muitos países acontece o mesmo, porém com outras denominações. Como por exemplo, na França, que acontece na foz dos rios Gironda, Charante e Sena, o fenômeno é chamado de mascaret. Na Inglaterra ocorre na foz dos rios Tamisa, Severu, Trent e Hughly, nesse país recebe o nome de bore. Bangladesh: foz do rio Megma, o fenômeno é chamado de Macaréu.

Pororoca, fenômeno ocorre na foz do rio Amazonas

Esse espetáculo da natureza propiciou realizar um sonho antigo dos surfistas de todo mundo, no caso ter o prazer de surfar um “onda doce”. Eu como apaixonado pelo surf e pelas belezas da nossa mãe  natureza pretendo um dia realizar esse sonho de surfar na pororoca.

Surfando na pororoca

Espero que tenham gostado de conhecer um pouco sobre esse fenômeno tão belo que acontece no nosso país.

tenham um ótimo dia e espero que continuem acessando nosso Biogalera!

Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br

By Kássio Castro

Tartaruga de duas cabeças e seis patas é exposta ao público na Ucrânia

24/02/2012

Fala Biogalera!!!

Depois de passar um tempinho longe do Biogalera devido a motivos acadêmicos estou de volta com uma grande curiosidade que está rodando o mundo e resolvi compartilhar com vocês!

Aos amantes de Biologia e principalmente os da parte de Biologia marinha, atentem-se a essa tartaruga de duas cabeças e seis patas apresentada ao público na Ucrânia.

Tartaruga com duas cabeças e seis patas é exibida na Ucrânia. (Foto: Genya Savilov / AFP Photo)

Uma tartaruga com duas cabeças e seis patas está em exibição no Museu de História da Ciência de Kiev, capital da Ucrânia. O réptil de 5 anos de idade possui também dois corações, mas apenas um intestino. O animal será mantido em exposição até o dia 20 de abril de 2012.

O animal participa de um evento promovido na instituição. O organizador Dmitry Tkachev acredita que a tartaruga seja fruto de uma mutação e que não sobreviveria se deixada na natureza. Ele também afirmou que uma cabeça não consegue enxergar a outra, o que pode levar cada uma delas a comandar o corpo para andar em direções opostas.

A equipe responsável pelo animal também afirma que cada cabeça “aprecia” tipos diferentes de comida: enquanto uma prefere folhas, a outra não suporta alimentos verdes e consome preferencialmente cenouras e pimentas.

Espero que tenha gostado de conhecer sobre esse caso tão curioso exposto na Ucrânia

Abraços e tenham um ótimo dia!

Fonte: http://g1.globo.com

By Kássio castro

Alligator Gar (Peixe-Jacaré)

18/08/2011

Fala Biogaleraa!!

Hoje vocês vão conhecer um cara de aparência estranha que pode até assustar, no entanto é um peixe relativamente passivo, solitário que vive em águas salobras norte-americanas. Importante salientar que apesar de boatos, não há nenhuma prova concreta que esse animal tenha atacado algum humano.

Esse cara é um primitivo peixe actinopterígeo. Ao contrário de outros Gars , O Alligator gar possui uma linha dupla de grandes dentes no maxilar superior. Seu nome deriva do jacaré, devido a aparência destes dentes, juntamente com focinho alongado do peixe. A superfície dorsal da Alligator gar é um marrom ou verde-oliva de cor, enquanto a superfície ventral tende a ser mais leves.

Aligator gar (vulgo peixe-jacaré)

Uma característica anatômica interessante deste peixe é que sua bexiga flutuabilidade está diretamente ligado à sua garganta, dando-lhe a capacidade de tirar do ar acima da água. Por esta razão, Alligator gar são frequentemente encontrados perto da superfície de um corpo de água.

Espero que tenha gostado de conhecer um pouco mais sobre o Alligator gar, vulgarmente conhecido como peixe-jacaré e se possível deixem comentários com dúvidas, elogios, críticas, etc.

Abraços e boa semana a todos!

Aligator gar (vulgo peixe-jacaré) com o apresentador richard rasmussen

Fonte: EO Wiley, 1976 A filogenia e biogeografia de gars fósseis e recentes (Actinopterygii: Lepisosteidae).. Mus. Nat. Hist. Univ. Kansas Misc. Publ. 64:1-111.

By Kássio Castro

 

 

Menor Sagui-pigmeu do mundo?

17/08/2011

Fala Biogalera!

Então hoje vou mostrar um primata de beleza ímpar que recentemente foi bem repercutido nos maiores jornais de publicação e revistas especializadas, no caso foi a possível descoberta do menor Saui-pigmeu do mundo.

Esse cara é a menor espécie de Símio (Subordem de primatas haplorrinos) conhecida, medindo apenas cerca de 15 centímetros de comprimento (excluindo os outros 15 centímetros de cauda) e pesando 130 gramas, de pelagem acastanhada. Devido à sua pequena dimensão, e seus movimentos rápidos, é muito difícil de observar na natureza.

Saguí - pigmeu

Ele pode ser encontrado na Floresta Amazônica, no noroeste do Brasil e em áreas da Colômbia e Equador, é tão pequeno que alguns índios o deixam no cabelo para que cate piolhos e outros bichinhos. Esse sagui é ótimo escalador de árvores, devido a suas garras e sua longa cauda que ajuda a manter o equilíbrio. Sua alimentação consiste de frutas, folhas, insetos  e seiva das árvores, que eles bebem após roer a casca com seus dentes incisivos. Usam uma variedade de sons para se comunicar uns com os outros.

Recentemente um sagui-pigmeu de três meses de idade foi encontrado medindo 12,7 centímetros e pesando apenas 60 gramas e pode ser o menor do mundo. O animal chamado “Reillo”, que era do tamanho de um dedo humano foi abandonado pelos pais ao nascer, pertence ao zoológico de Lincoln, no estado de Nebrasca (EUA). “Reillo” foi cuidado pela tratadora Sarah Jurgen, de 26 anos.

Sagui-pigmeu de 12,7 centímetros

Muito Obrigado por acessarem o Biogalera, se possível deixem comentários, sugestões, críticas, perguntas, etc.  O Biogalera sempre estará disposto à ajudar ou discutir assuntos de interesse biológico.

Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre o Saguí-pigmeu e tenham uma ótima semana ;D

Fonte: http://g1.globo.com/

By Kássio Castro

Enchentes no Paquistão provocam espetáculo de teias de aranha em árvores

07/04/2011

Beleza Biogalera!!!

Voltando hoje com para mostrar um fenômeno maravilhoso e altamente curioso que ocorrera no Paquistão, sem dúvidas foi um dos fenômenos mais estranhos que pude ver. Me mandaram por e-mail e acabei encontrando mais detalhado no G1, então decidi compartilhar com vocês também.

As enchentes que atingiram algumas áreas do Paquistão no ano passado acabaram gerando um efeito inesperado: um espetáculo de teias de aranha em árvores.

Árvores no Paquistão cobertas por teias de aranhas

Por causa da alta das águas, milhões de aranhas procuraram locais mais altos como abrigo. Devido à escala das enchentes e ao fato de que o nível da água levou muitos meses para baixar, diversas árvores ficaram completamente envoltas em teias de aranha.  A população desta parte da província de Sindh nunca havia visto este fenômeno antes, segundo relatos feitos ao Departamento para o Desenvolvimento Internacional do governo britânico. Os moradores das regiões atingidas também afirmam que há menos mosquitos que o esperado.

Acredita-se que os mosquitos tenham ficado presos nas teias, reduzindo o risco de malária, algo que seria positivo para a população local, que enfrentou tantas dificuldades após as enchentes.

Árvores cheias de teias de aranhas no Paquistão

Muito Obrigado por lerem esse post biogalera, espero que tenham gostado e sinta-se a vontade pra comentar, corrigir, elogiar, criticar, etc.

Vlw Biogalera!

By Kássio Castro

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/04/enchentes-no-paquistao-provocam-espetaculo-de-teias-de-aranha-em-arvores.html

Canibalismo entre “calangos de parede”

10/02/2011

Primeiramente gostaria de lamentar pela minha ausência do blog durante esse tempo de férias, em breve o Biogalera virá com uma nova cara, com muito mais curiosidades, artigos, novidades dos autores do blog, etc.

Então Biogalera!

Hoje eu começo compartilhando com todos vocês um fato extremamente curioso que observei na minha casa. E além de trazer informações científicas, técnicas, dentre outras, o Nosso blog tem a função de compartilhar essas coisas inusitadas e ao mesmo tempo tão belas na natureza e às vezes nem tão belas assim… srsr … Como a que pude presenciar hoje pela manhã.

Trata-se de um caso de canibalismo entre os vulgarmente chamados “calangos de parede”, mas antes de descrever toda essa historia seria interessante que nós soubéssemos um pouco mais sobre esse cara tão comum no nosso cotidiano que às vezes passa despercebido aos nossos olhos.

“O calango de parede” é denominado cientificamente como Tropidurus SP, sendo pertencente à família Tropiduridae, esse cara é muito comum em toda América do sul e principalmente no Brasil. É um pequeno lagarto que consegue andar como as lagartixas pelas paredes e troncos de árvores em posição vertical, embora suas patas tenham outro tipo de formação preênsil. Tem hábitos diurnos. Rápido nos movimentos, e sob calor fica muito mais ativo, e é comum vê-lo balançando a cabeça para cima e para baixo (movimento que os nordestinos denominam como calaguear) Além do mais são animais ovíparos e esses caras podem atingir até 30 cm de tamanho.

Canibalismo entre Tropidurus sp observado na minha residência

Mas afinal, do que se trata esse tal canibalismo, como vocês estão podendo observar na figura acima. O canibalismo é uma relação entre indivíduos da mesma espécie. No canibalismo, um animal mata outro da sua própria espécie para se alimentar. A aranha viúva-negra e a fêmea do louva-a-deus são exemplos de canibalismo. Em ambos os casos, as fêmeas devoram os machos após a cópula (ato sexual). Contrariamente ao que acontece no nosso caso, onde uma espécie adulta se alimenta de um jovem ainda. Isso é muito comum entre essa espécie, porém eu nunca havia presenciado fato tão interessante.

Mas vocês devem está pensando, tadinho do filhote, acabou sendo devorado pelo maior! Pois estão profundamente enganados, hoje a caça se sobressaiu em relação ao caçador, Em um momento de distração a presa conseguiu se soltar e ir embora, mas isso é raro, trata-se da lei da evolução das espécies, onde o mais forte eliminam os menos aptos, ou no caso se trate apenas de uma escassez de alimento, fazendo com que o calando maior visse uma boa refeição no pequeno Tropidurus. Mas o bacana mesmo foi poder ter presenciado cena tão incrível na minha própria casa e ter a oportunidade de compartilhar com vocês … rsrs

Tropidurus sp menor perto de conseguir fugir do maior

Espero que tenha gostado de conhecer um pouco mais sobre o nosso querido e conhecido Tropidurus sp, além de ter ficado um pouco mais dentro do assunto de canibalismo e melhor de tudo, poder visualizar esses dois fatos, ou seja, Canibalismo entre Tropidurus sp. Muito obrigado por lerem e estamos sempre abertos a sugestões, dúvidas, curiosidades de todos nossos irmãos leitores.

By Kássio Castro

Fonte: http://www.plantasdeaquario.com/zoo23.htm ;

http://pt.wikipedia.org/wiki/Canibalismo;

http://educar.sc.usp.br/ciencias/ecologia/associa.html

Filhotes fêmeas de chimpanzé ‘parecem brincar com bonecas’

22/12/2010

Filhotes fêmeas de chimpanzés parecem tratar pedaços de pau como bonecas, carregando-os até terem seus próprios filhotes

Cientistas americanos dizem que filhotes fêmeas de chimpanzés parecem tratar pedaços de pau como bonecas, carregando-os consigo até terem seus próprios filhotes.

Os pesquisadores, da universidade de Harvard, em Cambridge, Massachusetts, e do Bates College, em Lewiston, Maine, dizem que filhotes machos se comportam dessa forma com muito menos frequência.

Filhotes fêmeas de chimpanzés parecem tratar pedaços de pau como bonecas, carregando-os até terem seus próprios filhotes

O estudo, publicado pela revista científica Current Biology, é o primeiro a obter evidências de espécies não humanas, selvagens, brincando com bonecas rústicas. O trabalho também é o primeiro a observar diferenças na escolha de brinquedos por animais selvagens de sexos diferentes.

Os especialistas acreditam que o comportamento observado pode ser um indício de que a diferença na forma como meninos e meninas brincam teria um fundo genético – ou seja, as crianças não estariam simplesmente imitando o comportamento de outras.

Biologia

Os cientistas especulam que o hábito de brincar com bonecas, entre os humanos, poderia ter origem no hábito de carregar objetos entre os primeiros macacos.

“Em humanos, há diferenças marcantes na forma como crianças de sexos diferentes brincam com brinquedos, e elas são incrivelmente similares em diferentes culturas”, disse a bióloga Sonya M. Kahlenberg, do Bates College.

“A socialização por adultos e outras crianças tem sido vista como a explicação principal, mas nosso estudo sugere que a biologia pode ter também um papel importante nas preferências por determinadas atividades”.

Bonecas

Kahlenberg e o biólogo Richard W. Wrangham, de Harvard, passaram 14 anos observando o comportamento de chimpanzés no Kibale National Park, em Uganda, na África.

Eles identificaram mais de cem exemplos de animais carregando pedaços de pau. Em muitos casos, as fêmeas filhotes não estavam usando as varetas para procurar comida ou brigar – como os macacos adultos às vezes fazem – ou por qualquer outra razão clara.

Alguns filhotes carregavam as varetas para o ninho para dormir com elas e, em uma ocasião, um filhote construiu um ninho separado para a vareta.

“Vimos alguns casos de jovens chimpanzés carregando os pedaços de pau por muitos anos, e como às vezes eles os tratavam como bonecas, queríamos saber se, de maneira geral, esse comportamento representaria algo como brincar com bonecas”, disse Wrangham.

“Se a hipótese das bonecas fosse correta, achávamos que as fêmeas deveriam carregar os pedaços de pau mais vezes do que os machos, e que os chimpanzés deveriam parar de carregar as varetas quando tivessem seus primeiros filhotes. Agora, observamos os jovens chimpanzés o suficiente para testar ambos os pontos”.

Kahlenberg e Wrangham observaram algumas fêmeas adultas carregando pedaços de pau, mas apenas antes de se tornarem mães pela primeira vez. As evidências apontaram vínculos claros entre as brincadeiras infantis e o comportamento adulto, uma vez que, em 99% do tempo, as fêmeas, e não os machos, carregam os bebês chimpanzés.

“Obviamente, em humanos, os amigos, pais e outros (membros do grupo) têm um papel importante em influenciar as preferências das crianças por diferentes tipos de brinquedos, e o mesmo pode acontecer com os chimpanzés”, disse Wrangham.

“Uma das coisas que tornam nossa descoberta tão fascinante é que existe pouca evidência de algo comparável em outras comunidades de chimpanzés. Isso levanta a possibilidade de que os chimpanzés estariam copiando uma tradição local de comportamento. Esse pode ser o caso de influências biológicas e sociais se combinando.”

Fonte: Uol Ciência e Saúde Notícias

Incríveeeeeeel né? Cada dia acho os chipanzés mais gente! kkkk Mais “gente” que muita “gente”.

Post by: Alzira Farias

Dia 25 está chegando, gostaria de desejar um ótimo natal a todos vocês. Sei que a maioria não está acessando muito, nas férias tem muita coisa pra fazer né? rsrs Mas gostaria de agradecer a visita de cada um de vocês, graças a vocês todo o nosso trabalho e esforço para manter o blog valeu a pena! Próximo ano estaremos aqui novamente, tentando fazer o melhor pra vocês.

Beijos.

Pérolas: jóias naturais

13/12/2010

Olá Biogalera, que saudade de escrever aqui pra vocês! Desculpem a ausência, mas como meus colegas já justificaram anteriormente, estavamos um pouquinho atarefados na faculdade.  Semana passada, estávamos em uma das praias aqui do Piauí, em um luau improvisado que fizemos e uma amiga me perguntou se eu sabia como era o processo de fabricação de uma pérola.  Quando estava explicando para ela, lembrei de vocês e achei interessante postar aqui aqui também, visto que muitas pessoas desconhecem como essas jóias tão preciosas se originam.

A maioria das jóias são confeccionadas usando-se metais preciosos e pedras preciosas encontradas no solo, porém as pérolas são encontradas dentro de uma criatura viva, a ostra. As pérolas são resultado de um processo biológico – é a maneira da ostra se proteger de substâncias estranhas. Quando um parasita invade seu corpo, ela libera uma substância chamada madrepérola, que se cristaliza sobre o invasor impedindo-o de se reproduzir. Depois de cerca de três anos esse material vira uma pérola. Sua forma depende do formato do invasor e sua cor varia de acordo com a saúde da ostra.

Portanto, uma pérola é uma substância estranha coberta com camadas de madrepérola. A maioria das pérolas que vemos nas joalherias são objetos bem redondos, e são as mais valiosas. Nem todas as pérolas se saem tão bem assim. Algumas pérolas possuem um formato irregular – estas são chamadas pérolas barrocas. As pérolas, como você provavelmente já notou, possuem grande variedade de cores, incluindo branca, preta, cinza, vermelha, azul e verde. A maioria das pérolas podem ser encontradas por todo o mundo, mas as pérolas pretas são nativas do sul do Pacífico.

As ostras não são os únicos moluscos que podem produzir pérolas:  mexilhões e amêijoas (espécies de mariscos) também produzem pérolas, mas esta é uma ocorrência muito mais rara. A maioria das pérolas são produzidas pelas ostras, tanto em ambientes de água doce quanto de água salgada.

PÉROLAS CULTIVADAS

Como em tudo na natureza, o homem também é capaz de interferir no processo de produção de pérolas, cultivando-as em seu benefício. As pérolas cultivadas são criadas pelo mesmo processo que as pérolas naturais, só que com a ajuda dos criadores.  O processo é o seguinte: o criador abre a concha da ostra e faz uma pequena fenda no tecido do manto. Pequenas irritações são então inseridas por baixo do manto. Em pérolas cultivadas em água doce, cortar o manto da ostra é o suficiente para induzir a secreção de madrepérola que produz uma pérola sem que para isso um corpo estranho tenha que ser inserido.

Porém, as pérolas que são induzidas a serem formadas (as cultivadas), tem um valor menor, do que as que são formadas naturalmente, ainda que sejam de mesma qualidade pelo fato de não serem tão raras.

Vou ser bem sincera, quando eu era criança e descobri como eram feitas as pérolas, meu sonho era colocar milhões de grãozinhos de areia dentro das ostras rsrs. Curioso como um grão de areia, algo tão comum na natureza pode se tornar uma peça tão preciosa e rara como a pérola não é? A natureza é mesmo incrível!

Espero que para aqueles que não sabiam como eram produzidas as ostras, este post tenha servido de auxílio.

Um beijo para todos vocês!

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Fonte: Wikipédia, Uol Ciência

Post by: Alzira Farias

As 10 Doenças mais estranhas do mundo!

09/12/2010

Fala Biogalera!

Eu estava vendo uma reportagem no R7.com e acabei me deparando com uma doença, no mínimo muito engraçada, que era a “síndrome do sotaque estrangeiro”… Daí então resolvi pesquisar sobre essas doenças “diferentes” e acabei encontrando uma lista com as 10 doenças mais estranhas do mundo e a nossa nº1 é  a própria síndrome do sotaque estrangeiro.

1. SÍNDROME DO SOTAQUE ESTRANGEIRO.

Lynda Walker sofreu um infarto e voltou falando como Jar Jar Binks, de Star Wars!

A Síndrome do Sotaque Estrangeiro não faz uma pessoa começar, do nada, a falar como o Leôncio, do desenho do Pica Pau. Em geral, esse é um problema da fala que aparece depois de um derrame ou de um trauma craniano – um ou dois anos depois. A pessoa muda o padrão de fala, a entonação ou a pronúncia das palavras e, daí, vem a impressão de que ela fala com sotaque estrangeiro. Desde 1941, foram registrados entre 50 e 60 casos e poucos conseguiram se recuperar – os raros o fizeram depois de intenso trabalho de fonoaudiologia.
Em 2006, a britânica Lynda Walker teve um infarto e acordou com sotaque jamaicano.

- Eu não me sinto a mesma pessoa. Não havia notado o sotaque, mas dei-me conta de como soava quando meu terapeuta me mostrou uma fita das nossas conversas. Fiquei devastada, disse ela, à época, em entrevista ao jornal Times Online.

2. SÍNDROME DE CAPGRAS
Após sofrer uma desilusão com o cônjuge, com os pais ou com qualquer outro parente, a pessoa passa a acreditar que eles foram seqüestrados e substituídos por impostores. O sintoma por vezes se volta contra a própria vítima: ao se olhar no espelho, ela também acredita que está vendo a imagem de um farsante. Neurose total! O problema tende a atingir mais pessoas a partir dos 40 anos e suas causas ainda não são conhecidas. A síndrome foi descoberta pelo psiquiatra francês Jean Marie Joseph Capgras, que a descreveu pela primeira vez em 1923. Em graus mais extremos, a vítima acha que até objetos inanimados, como cadeiras, mesas e livros, foram substituídos por réplicas exatas.

SÍNDROME DE CAPGRAS

3.  SÍNDROME DA MÃO ESTRANHA
“Minha mão agiu por conta própria…” Essa desculpa usada por alguns cafajestes pode ser verdadeira. A síndrome em questão alien hand syndrome, em inglês faz com que uma das mãos da vítima pareça ganhar vida própria. O problema atinge principalmente pessoas com lesões no cérebro ou que passaram por cirurgias na região. O duro é que o doente não presta atenção na mão boba, até que ela faça alguma besteira. A mão doida é capaz de ações complexas, como abrir zíperes… Os efeitos da falta de controle sobre a mão podem ser reduzidos dando a ela uma tarefa qualquer, tarefa qualquer, como segurar um objeto.

SÍNDROME DA MÃO ESTRANHA

4. SÍNDROME DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Doença que provoca distorções na percepção visual da vítima, fazendo com que alguns objetos próximos pareçam desproporcionalmente minúsculos. O distúrbio foi descrito pela primeira vez em 1955, pelo psiquiatra inglês John Todd, que o batizou em homenagem ao livro de Lewis Carroll. Na obra, a protagonista Alice enxerga coisas desproporcionais, como se estivesse numa “viagem” provocada por LSD. As vítimas da síndrome também vêem distorções no próprio corpo, acreditando que parte dele está mudando de forma ou de tamanho.

SÍNDROME DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS

5. PICA
Esse nome também estranho não tem nada de pornográfico: pica é uma palavra latina derivada de pêga, um tipo de pombo que come qualquer coisa. E a pica a síndrome, é claro… faz exatamente isso: a pessoa sente um apetite compulsivo por coisas não comestíveis, como barro, pedras, tocos de cigarros, tinta, cabelo… O problema atinge mais grávidas e crianças. Após comerem muita porcaria involuntariamente, os glutões ficam com pedras calcificadas no estômago.Em 2004, médicos franceses atenderam um senhor de 62 anos que devorava moedas. Apesar dos esforços, ele morreu. Com cerca de 600 dólares no estômago.

PICA – comendo terra

6. MALDIÇÃO DE ONDINA
O nome bizarro é uma referência a Ondina, ninfa das águas na mitologia pagã européia. A doença, mais estranha ainda, faz com que as vítimas percam o controle da respiração.

Se não ficar atento, o sujeito simplesmente esquece de respirar e acaba sufocado! A síndrome foi descoberta há 30 anos e já existem cerca de 400 casos no mundo. Pesquisadores do hospital Enfants Malades, de Paris, acreditam que a doença esteja relacionada com um gene chamado THOX2B. O sistema nervoso central se descuida da respiração durante o sono e o doente precisa dormir com um ventilador no rosto para não ficar sem ar!

MALDIÇÃO DE ONDINA

7. SÍNDROME DE COTARD
Depressão extrema, em que o doente passa a acreditar que já morreu há alguns anos. Ele acha que é um cadáver ambulante e que todos à sua volta também estão mortos. Em casos extremos, o sujeito diz que pode sentir sua carne apodrecendo e vermes passeando pelo corpo… Na fase final, a vítima deixa até de dormir e sua ilusão pode efetivamente se tornar realidade. O nome da doença faz referência ao médico francês Jules Cotard, que a descreveu pela primeira vez em 1880. Apesar de depressivo e certo de que está morto, o doente, contraditoriamente, também pode apresentar idéias megalomaníacas, como a crença na própria imortalidade.

SÍNDROME DE COTARD

8. SÍNDROME DE RILEY-DAY
Se você já sonhou em nunca mais sentir nenhuma dor, cuidado com o que pede… As vítimas dessa doença não sentem dores, mas isso é um problemão. Elas ficam muito mais sujeitas a sofrer acidentes porque param de registrar qualquer aviso de dano nos tecidos do corpo, como cortes ou queimaduras. A doença é causada por uma mutação no gene IKBKAP do cromossomo 9 e foi descrita pela primeira vez pelos médicos Milton Riley e Richard Lawrence Day. Sem o aviso de perigo que a dor proporciona às pessoas comuns, a maioria dos doentes com a síndrome de Riley-Day tende a morrer jovem, antes dos 30 anos, por causa de ferimentos.

SÍNDROME DE RILEY-DAY

9. SÍNDROME DA REDUÇÃO GENITAL
Também conhecido como koro, esse distúrbio mental deixa a pessoa convencida de que seus genitais estão desaparecendo. A maioria dos casos até hoje foi relatada em países da Ásia ou da África, e em muitos deles a síndrome parece ter sido contagiosa! Um dos episódios mais estranhos ocorreu em Singapura, em 1967, quando o serviço de saúde local registrou centenas de casos de homens que acreditavam que seu pênis estava sumindo. Um único caso da síndrome da redução genital foi registrado até hoje no Brasil, no Instituto de Psiquiatria da USP. Convencido de que seu pênis estava sumindo, o doente tentou se matar com duas facadas no abdômen!

SÍNDROME DA REDUÇÃO GENITAL

10. CEGUEIRA EMOCIONAL
A expressão “cego de emoção” existe na prática, e pode acontecer com qualquer pessoa normal. O problema foi descoberto recentemente por pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. Depois de olhar para alguma imagem forte, principalmente com conteúdo pornográfico, a maioria das pessoas perde a vista por um curto espaço de tempo – décimos de segundo na verdade. Até agora, nenhum especialista conseguiu explicar o porquê dessa reação. A descoberta da cegueira emocional deu origem a um movimento no Congresso americano para que seja banida toda a publicidade com apelo erótico em grandes rodovias do país.

CEGUEIRA EMOCIONAL

Então Biogalera, espero que vocês tenham gostado de conhecer essas doenças tão estranhas, que por mais incrível que pareça são doenças verídicas.

Muito obrigado por seguirem nosso blog, estamos com mais de 20 mil visitas e é isso que está nos motivando!

By Kássio Castro

Fonte: http://noticias.r7.com/ e http://www.sitedecuriosidades.com/

 


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